Teve lugar no dia 17 de Dezembro de 2009, a cerimónia de lançamento do Projecto de Construção do primeiro Parque de Ciência e Tecnologia no País a ser implantado em Maluana, Distrito da Manhiça, Província de Maputo. O Parque da Ciência e Tecnolgia, é um espaço com infra-estruturas e serviços de gestão, para o estabelecimento de empresas baseadas no conhecimento, localizadas num ambiente com ligação formal às instituições de ensino superior e de investigação.
Intervindo no encontro o Ministro da Ciência e Tecnologia Prof. Doutor. Eng.Venâncio Massingue, disse que, o nosso Governo aprovou, em Junho de 2006, a Estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação de Moçambique. Este documento define, não só as áreas de conhecimento que devem merecer a nossa maior atenção ao longo dos próximos anos, como também identifica as acções que devemos empreender com vista a maximizar a contribuição da ciência, tecnologia e inovação no processo de crescimento económico e desenvolvimento do nosso País.
De acordo com o Ministro da Ciência e Tecnologia, a Estratégia de Ciência Tecnologia e Inovação de Moçambique (ECTIM), define a industrialização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s), a promoção da inovação nos mais diferentes domínios, a promoção da geração de produtos com base no conhecimento científico, maior interacção entre as instituições de investigação, de ensino superior e do sector produtivo na área de investigação científica, inovação e transferência tecnológica.
É neste contexto que o nosso Governo aprovou o Programa de Estabelecimento dos Parques de Ciência e Tecnologia no âmbito do qual, 4 Parques de Ciência e Tecnologia serão implantados no País, nas Províncias de Maputo (Parque de Ciência e Tecnologia da Maluana- Manhiça e de Moamba), Zambézia e Nampula.
O Ministro disse ainda que a implantação do primeiro Parque de Ciência e Tecnologia foi possível graças ao apoio que recebemos do Governo da Província de Maputo e das autoridades e comunidades locais, apoio dos nossos parceiros de cooperação, nomeadamente, o Banco Africano de Desenvolvimento, Governos das Repúblicas de Portugal e da Índia, entre outros que sempre acreditaram nesta iniciativa.